Uma clínica online, uma marca nova e um tema onde estigma, medo de falhar e desinformação são barreiras reais à conversão.
Obesity Clinic
Setup estratégico, arquitetura editorial, gestão multicanal, formatos recorrentes e otimização mensal baseada em performance.
Fazer do social uma extensão da experiência clínica: explicar, humanizar, reduzir objeções e criar procura.
Uma clínica nova, um modelo online e um tema onde confiança pesa tanto como informação.
A Obesity Clinic entrou no mercado sem histórico digital. As redes sociais tinham de fazer muito mais do que dar a conhecer a marca.
A clínica nasce num território particularmente complexo: existe enorme procura por informação sobre obesidade e perda de peso, mas também desinformação, tendências e estigma. Ao mesmo tempo, o modelo de acompanhamento é online — sem um espaço físico a transmitir confiança ou explicar o processo.
O desafio não era “fazer posts”. Era tornar uma marca nova credível, traduzir conhecimento médico para linguagem acessível e responder a objeções antes da marcação.
Marca nova, presença digital a construir de raiz e sem comunidade anterior para otimizar.
Saúde, não estética. Ciência, não tendências. Empatia, não julgamento.
O público não estava apenas à procura de informação sobre obesidade. Estava à procura de segurança.
A internet já tinha informação em abundância. O que faltava era transformar ciência em clareza, autoridade em proximidade e dúvida em confiança.
Os primeiros conteúdos vencedores deram-nos uma pista clara: equipa, consulta online, Q&A e acompanhamento superavam peças mais genéricas. Mostrar quem estava por trás da clínica e explicar como funcionava o processo reduzia a distância entre “estou a ver conteúdo” e “consigo imaginar-me a pedir ajuda aqui”.
Passámos, por isso, a tratar o social media como uma extensão da própria experiência clínica — com uma regra editorial simples: falar primeiro na linguagem que as pessoas pesquisam; responder depois com ciência.
A procura dá o ponto de partida. A ciência dá a resposta.
Gestão de redes sociais, construída a partir da estratégia.
Antes de abrir um calendário editorial, construímos o sistema que ia decidir o que publicar, para quem, em que canal e com que função.
Definir antes de produzir.
Negócio, objetivos, público, barreiras, funil, posicionamento de comunicação, pilares, papel dos canais e KPIs.
Profissionais reais no centro.
Médicos e nutricionistas tornaram-se ativos editoriais: rostos, especialistas e pontos de confiança — não apenas credenciais num website.
Discovery ≠ autoridade.
Dúvidas, GLP-1, medicação e mitos trabalham descoberta. Ciência, congressos, equipa e reconhecimento trabalham reputação. Ambos são necessários.
Insight teste performance escala.
O reporting mensal não fecha o mês. Decide o seguinte: winners, temas, formatos, audiência, descoberta, cliques e o que deve ser ajustado ou eliminado.
O sistema ganhou formatos recorrentes como Conversa Clínica, Dica Clínica, conteúdos de search intent e peças nutricionais. Instagram ficou orientado a descoberta, educação, proximidade e intenção; LinkedIn a reputação, ciência e thought leadership.
Conteúdos em destaque.
Uma seleção dos formatos que deram expressão à estratégia e tornaram a marca reconhecível.
Acompanhar a Obesity Clinic no InstagramOs números mostram escala. A análise mostra o que aprendemos.
As perguntas reais trouxeram descoberta; os especialistas e a explicação do processo construíram confiança. A análise mensal ajudou-nos a decidir o que reforçar, ajustar ou deixar para trás.
das visualizações vieram de não seguidores nos ciclos analisados — sinal de que o conteúdo estava a chegar para lá da comunidade existente.
visitas ao perfil acumuladas na primeira fase de crescimento documentada.
cliques externos acumulados nessa mesma fase, mostrando progressão entre descoberta e procura ativa.
do crescimento líquido de seguidores de um dos ciclos veio de um único conteúdo orientado à intenção de pesquisa — um sinal para a escolha dos temas seguintes.
O que mudou no plano: reforçámos os temas que respondiam a dúvidas concretas e mantivemos os especialistas no centro da comunicação. Cada formato passou a ter uma função mais clara: chegar a novos públicos, explicar o acompanhamento ou incentivar o passo seguinte.
E se as redes sociais fizerem mais do que preencher um calendário?
Na Comuniqa, a gestão de redes sociais começa com estratégia e continua com conteúdo, acompanhamento e otimização. Para clínicas e marcas que precisam de transformar conhecimento em comunicação clara, o primeiro passo é conhecer o projeto.





